
A Escola Judicial de Roraima (Ejurr) foi espaço das atividades do Clube de Leitura Cria das Letras do Programa Fazendo Justiça do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A programação ocorreu na tarde da última terça-feira (12).
A ação contou com a participação de seis adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas. Em Roraima, a iniciativa teve o apoio do Projeto Leitura Abre Portas do Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerário do Tribunal de Justiça de Roraima (GMF/TJRR) e da Ejurr.
Entre as atividades, foram realizadas dinâmicas de acolhimento com a psicóloga Marcelle Gréscia do Programa Justiça Comunitária do TJRR, um encontro virtual com a escritora Paty Wolff, autora da obra Azul Haiti, além de interação com jovens de outras unidades socioeducativas dos estados de Pernambuco, Paraná e Acre.
Durante a programação, foram exibidos ainda trabalhos manuais desenvolvidos pelos adolescentes a partir da leitura do livro Azul Haiti que aborda experiências de vida diante da chegada de migrantes haitianos no estado do Acre. A partir da leitura, foram realizadas reflexões sobre a situação vivida em Roraima com a migração venezuelana.

Os adolescentes visitaram o estúdio da Ejurr onde puderam saber mais sobre o trabalho realizado pela Escola Judicial de Roraima. Eles conheceram a estrutura tecnológica utilizada para a realização de cursos, palestras e transmissões ao vivo.
A ação teve a participação de servidores do Projeto Leitura Abre Portas, do GMF/TJRR, de servidores do Centro Socioeducativo (CSE), do Programa Fazendo Justiça do CNJ e da Escola Judicial de Roraima.
Sobre o Cria das Letras
O clube tem a intenção de incentivar a leitura nas unidades socioeducativas, com foco na reflexão e no diálogo. Os adolescentes participam de encontros semanais, sendo realizada a leitura de uma obra literária a cada mês, com interação virtual entre o autor do livro e os participantes do clube.
Foto: Divulgação/Texto: Érica Figueredo
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