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EJURR

Novos facilitadores em Metodologias Restaurativas são capacitados 

Com a proposta de incentivar práticas voltadas ao diálogo e à cultura de paz, foi concluída a Formação de Facilitadores em Metodologias Restaurativas para a Justiça Restaurativa no dia 28 de setembro. A iniciativa teve o apoio da Escola Judicial de Roraima.

Com carga horária de 80 horas aula, o curso teve a participação de servidoras e servidores do GMF do Tribunal de Justiça de Roraima, do Governo de Roraima, da Prefeitura de Boa Vista e de instituições como a Procuradoria Geral do Estado. Ao todo, 16 pessoas finalizaram a capacitação.

A formação foi dividida em duas etapas, com aulas teóricas iniciadas no dia 24 de agosto, e a fase prática, onde os participantes aplicaram metodologias restaurativas durante os encontros presenciais. As atividades foram ministradas pela coordenadora da Unidade de Justiça Restaurativa do TJRR (Unijur), Valeska Carvalho e o servidor do TJRR, Josué Teles que atua na Vara da Infância e Juventude do TJRR.  

A imagem mostra um grupo de pessoas, entre homens e mulheres, sentados em formato circular em uma sala com paredes claras. Alguns estão de costas e outros observam os formadores.

Para a coordenadora da Unijur, Valeska Carvalho a capacitação foi proveitosa, em especial, por contar com diferentes profissionais após quatro semanas de aulas presenciais, comprometidos com o uso das metodologias na área de justiça restaurativa. 

“É uma oportunidade ímpar, porque estamos com profissionais de diversas áreas e instituições, e é muito bom poder proporcionar que eles levem a metodologia, justiça restaurativa, para suas ambiências”, ressaltou.

O servidor Josué Telles que atuou como formador no curso, destacou o comprometimento dos cursistas para utilizar a metodologia.

“Nós pudemos entregar aos cursistas vasto material de estudo, foi possível testar estratégias pedagógicas novas e aprimorar as estratégias de ensino para essa turma e para os próximos cursos. Nos deixa muito satisfeitos ver que, ao final do curso, terminaram pessoas tão engajadas, tão comprometidas, profissionais competentes, que certamente sairão desse curso e poderão fazer a diferença em suas respectivas rotinas de trabalho, em suas respectivas vidas”.

A servidora da Procuradoria Geral do Estado (PGE/RR), Wanda Yara Correia foi uma das participantes. Para ela tornar-se uma facilitadora, trará benefícios além da esfera profissional.

“Esse curso para mim foi um divisor de águas. Eu pude ver que eu posso aplicar nas atividades diárias, é você entender, ter a possibilidade de ajudar pessoas a resolver conflitos, você ter a possibilidade de contribuir na melhoria das relações interpessoais. Então, esse curso para mim trouxe não só melhorias para a minha parte profissional, mas também para a minha parte pessoal”, reforçou.

Sobre a Justiça Restaurativa

Atua na resolução de conflitos focada no diálogo, na escuta ativa e na reconstrução de vínculos. Os facilitadores podem atuar na prevenção, mediação e transformação de conflitos que chegam ao Poder Judiciário de Roraima, sendo a metodologia que auxilia na solução consensual de conflitos a partir da participação ativa dos envolvidos.

A iniciativa atende a Resolução  N° 225/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a Política Nacional de Justiça Restaurativa no âmbito do Poder Judiciário. 

Texto Ejurr e Imagem Ejurr 


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