A Escola do Poder Judiciário de Roraima (Ejurr) recebeu, na última semana, os instrutores da Escola Nacional da Magistratura (Enfam), Fábio Póvoa, Erisevelton Lima e Fernando Alves que trabalharam cursos voltados para a atividade docente visando à capacitação de magistrados e servidores.

O curso Formação de Formadores (FOFO) teve como objetivo desenvolver, continuamente, competências profissionais específicas para o exercício da docência e para a atuação no planejamento e execução de ações de formação no contexto do Poder Judiciário, para que dominem os aspectos pedagógicos da formação profissional dos seus próprios pares.

“Fiquei muito satisfeito, o curso (FOFO) me trouxe uma nova percepção sobre a importância do saber ensinar. Os professores são altamente qualificados e conseguem ensinar os alunos com metodologias eficientes e eficazes”, disse Saimon Palácio, servidor de Tecnologia da Informação do TJRR.

Métodos Ativos
Sob a coordenação do Professor Erisevelton Lima, o curso de Metodologias Ativas para Processos de Ensinagem apresentou as principais técnicas e ferramentas que podem ser desenvolvidas dentro da sala de aula, tornando o ambiente de aprendizagem mais leve e mais efetivo, dentro da educação corporativa.

Além de contemplar a participação de magistrados e servidores do TJRR, a Ejurr destinou vagas à Secretaria Estadual de Educação e à Universidade Estadual de Roraima (Uerr), com o objetivo de compartilhar esses ensinamentos com parceiros educacionais.

O professor de Geografia da Universidade Estadual de Roraima, Haroldo Scacababarossi, disse que o curso é muito interessante. “Já fiz um trabalho em cima das metodologias ativas, e estou reforçando e revendo aquilo que já fiz anteriormente. Vejo com bons olhos esses métodos inovadores com novas abordagens em processo educacional”.

“O curso veio para nos ajudar a descobrir novas dinâmicas e formas de transmitir o conhecimento, pra mim que trabalho com público, ministro palestras e oriento sobre a Lei Maria da Penha, o conteúdo é importantíssimo, desenvolve outras habilidades que não tinha a partir desse método que o professor trouxe”, afirmou Aurilene Lima, pedagoga do TJRR.