A escola foi considerada pelo STJ a primeira Escola Judicial do Brasil a implementar a acessibilidade


Fotos: Seproc / Ejurr


 

A Escola do Poder Judiciário de Roraima (Ejurr) recebeu entre os dias 7 a 9 de abril,  a visita técnica da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com intuito de observar e aprender na prática como a escola realiza as transmissões dos conteúdos educacionais com a inclusão das três principais acessibilidades.

 

O Setor de Produção e Comunicação (Seproc) da Ejurr, responsável pelas transmissões e divulgações dos eventos, cursos, palestras e workshops, receberam os visitantes no próprio estúdio, no qual explicaram o funcionamento dos equipamentos e os métodos que o Seproc usa na inclusão.

 

A visita teve como representantes técnicos da Enfam, Guilherme Silva Figueiredo e do STJ, Paulo Sérgio Bonfim, ambos da sede de Brasília - DF.

 


A Ejurr foi considerada pelo STJ a primeira Escola Judicial do Brasil a implementar a acessibilidade comunicacional nas aulas e lives ofertadas. Pois, possui uma equipe qualificada em Audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e Legenda, recursos esses que proporcionam a acessibilidade comunicacional, contribuindo para a inclusão de educandos nas ações formativas.

 

Ejurr é a primeira Escola Judicial do Brasil a implementar acessibilidade e inclusão nos eventos 

 

A escola segue o recomendado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução Nº 401/2021, que orienta sobre o desenvolvimento de diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência nos órgãos do Poder Judiciário e serviços auxiliares.

 


 

Segundo a chefe do Seproc, Lorrane Costa, receber essa visita do STJ para acompanhar de perto como a Ejurr agrega essa prática de inclusão nas suas transmissões é um grande passo para a escola. Além do reconhecimento, repassar essa responsabilidade para as demais Escolas do Judiciário é uma meta para a Ejurr.


“Essa visibilidade se tornou muito importante para a instituição, pois destaca o esforço que toda a nossa equipe adquiriu para tornar a Ejurr o que ela é hoje. Foi uma meta que nós decidimos alcançar, tornar a Escola Judicial inclusiva na acessibilidade”.