A desembargadora Elaine Bianchi concedeu, nesta quarta-feira (10), entrevista ao programa Acorda Cidade – canal 28, para falar do seu novo desafio como diretora da Escola do Poder Judiciário (Ejurr).
 
Elaine destacou a importância da Ejurr na formação, capacitação e aperfeiçoamento de magistrados, servidores e colaboradores do Tribunal de Justiça. “O meu foco dentro dessas missões da instituição é profissionalizar o Tribunal de Justiça”. Por meio dos cursos que a escola vai oferecer neste biênio, em parceria com a gestão do presidente do Tribunal de Justiça, pretende contribuir para que servidores, magistrados e colaboradores sejam profissionais mais capacitados para atender às demandas da sociedade.
 
Disse que com profissionais devidamente capacitados, o Judiciário roraimense tem como acelerar o andamento dos processos, tornar a sentença mais eficaz, atingindo o objetivo de levar a justiça para o cidadão e contribuir com a paz social, que é a missão do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima.
 
Embora tenha como principal objetivo aprimorar os serviços oferecidos pelo Judiciário roraimense, a Ejurr também oferece eventos abertos ao público, como palestras e seminários de relevância social. “Quando trazemos palestras motivacionais, nós ampliamos para todo o público”, explicou. 
 
Na sua gestão à frente da Ejurr, a desembargadora pretende fortalecer as parcerias com Ministério Público, Ordem dos Advogados Brasileiro, Defensoria Pública e Universidades para participação e colaboração mútua nos eventos.
Durante o período de pandemia de Covid-19, a escola precisou se adequar. Os cursos continuam sendo ofertados, mas por meio de plataformas digitais. As palestras, webinários e demais eventos são transmitidos ao vivo por seus canais no Facebook e Instagram.
 
A Ejurr tem uma preocupação com a responsabilidade social do Tribunal de Justiça com a população de Roraima. De acordo com a desembargadora Elaine, o trabalho da escola traz um impacto positivo para a sociedade. “O impacto para a sociedade é ela receber o nosso produto final, que é a sentença, que é o julgamento, de uma maneira muito mais rápida e de uma forma excelente. Então, nossa intenção é essa: entregar a jurisdição, entregar a sentença de forma excelente, qualificada, sem erros, sem percalços no decorrer do processo”, explicou.